28.11.2025 - É urgente BC entender que corte de juros,é necessário, diz Marinho após Caged

(jovempan.com.br)

Titular da pasta do Emprego disse ainda que duas questões deverão ajudar a economia em 2026: o aumento real do salário mínimo e a ampliação da faixa de isenção do IR

Por Jovem Pan

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse nesta quinta-feira (27), que é urgente o Banco Central (BC) ter a “sensibilidade” de entender que é necessário cortar a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 15,0%. “Se não, daqui a pouco vai inverter a curva. Vai deixar de ter crescimento pequeno e vai começar a ter decréscimo real”, disse o ministro a jornalistas. Marinho atribuiu ao atual patamar da taxa o baixo resultado do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de outubro.

Foram gerados 85.147 empregos formais no País no mês passado, abaixo da mediana do mercado, que esperava 120.000 novas vagas. “É momento, mais que urgente, do Banco Central tomar medidas em relação ao monitoramento das taxas de juros, porque há um grande entendimento que é isso que está inibindo o ritmo dos investimentos”, disse Marinho, ao comentar os dados do Caged em coletiva de imprensa.

Ele disse que, desde maio, vem chamando atenção da autoridade monetária para o processo de desaceleração da economia. Marinho pontuou que o ano de 2025 está dado, mas disse que o BC precisa mostrar as diretrizes com as quais trabalha para o ano que vem para “não cometer uma barbeiragem na economia”, o que, na visão dele, pode levá-la a “entrar em processo de decréscimo, chegando a prejudicar o nível de geração de emprego no País”.

O titular da pasta do Emprego disse ainda que duas questões deverão ajudar a economia em 2026: o aumento real do salário mínimo e a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda (IR). “Mas era preciso que o Banco Central desse uma contribuição, além disso”, completou. “Você tem que liberar investimento para alargar a capacidade de produção do País, que é outro meio de controlar a inflação. Não é somente pela restrição pelos juros altos. Isso eu diria que não é a forma mais inteligente de monitorar a economia sobre esse aspecto.”

Por fim, o ministro disse esperar que os “sabidos da economia possam ajudar o Banco Central a encontrar o alvo para dar o tiro certo”.

*Com informações do Estadão Conteúdo

Fonte: https://jovempan.com.br/noticias/economia/e-urgente-banco-central-entender-que-e-necessario-corte-de-juros-diz-marinho-apos-caged.html

28.11.2025 - Empresas Correm Contra o Tempo na Virada para 2026 com Nova Onda de Terceirização da Limpeza

(portal.saladanoticia.com.br)

Crescimento acelerado no fim de 2025 pressiona gestores a adotarem modelos mais eficientes e tecnológicos

STRENGER COREGE

Com a proximidade de 2026, empresas de diversos segmentos têm intensificado a reorganização de seus custos operacionais, e um dos setores que mais cresceu no segundo semestre de 2025 foi o de serviços especializados, impulsionando a procura por empresas de limpeza terceirizada em todo o país. Levantamentos divulgados pela CNC em outubro mostraram que o setor de serviços prediais registrou sua maior alta desde 2019.

A retomada de obras corporativas, reformas estruturais e expansão de polos empresariais em Alphaville e São Paulo também aumentaram a demanda por equipes técnicas de limpeza pós obra, especialmente em empresas que aceleram entregas antes do fechamento fiscal anual.

Em entrevista, Renan Rodrigues, CEO da Empresa de Limpeza em Alphaville – Strenger Corege, afirma que 2025 marcou uma virada para o mercado.
“Nossa recomendação aos gestores é focar na previsibilidade. Hoje, escolher fornecedores com processos padronizados, indicadores de desempenho e protocolos claros evita retrabalho e reduz gastos. As empresas precisam entrar em 2026 com custos sob controle e serviços estáveis”, explicou.

Com o aumento da pressão por eficiência, estudos divulgados pela FGV em novembro indicaram que companhias que adotaram limpeza profissional reduziram entre 20% e 34% as despesas fixas relacionadas à manutenção predial. A análise aponta que a terceirização continuará crescendo em 2026 devido à adoção de sensores inteligentes, robotização e novas plataformas de controle operacional.

O fortalecimento das práticas de governança também impulsionou rotinas mais rígidas de limpeza e conservação, especialmente em empresas que passaram a integrar indicadores de ESG em suas auditorias internas. Esse movimento ganhou força entre multinacionais e escritórios corporativos do eixo empresarial da capital.

A proximidade do verão de 2026 e a alta rotatividade em prédios residenciais e comerciais intensificaram a busca por equipes de limpeza de condomínio, especialmente em regiões de grande fluxo como Alphaville, Brooklin, Moema e Osasco, onde empreendimentos têm priorizado regularidade e baixo índice de faltas nas equipes.

Já empresas em regime híbrido reforçaram protocolos internos para elevar padrões de higiene e reduzir afastamentos, o que ampliou a contratação de prestadores especializados em limpeza de escritório. Estudos de outubro da ABF Facilities mostram que ambientes bem higienizados aumentam em até 14% a sensação de segurança e produtividade entre colaboradores.

Com a aproximação do fim de 2025, especialistas avaliam que terceirizar serviços de limpeza tornou-se uma decisão econômica e estratégica para empresas que desejam iniciar 2026 com maior estabilidade, custos reduzidos e suporte operacional profissionalizado. A tendência, segundo projeções do setor, deve seguir em alta durante todo o ano seguinte, especialmente entre organizações que buscam modernizar seus processos internos.

Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a):
Renan Rodrigues de Souza - contato@empresadelimpezasc.com.br

https://empresadelimpezasc.com.br/

Fonte: https://portal.saladanoticia.com.br/noticia/28214/empresas-correm-contra-o-tempo-na-virada-para-2026-com-nova-onda-de-terceirizacao-da-limpeza

01.12.2025 - Reajuste do salário mínimo deve ficar menor do que o previsto em 2026; entenda

(oglobo.globo.com)

Nova estimativa está relacionada ao comportamento da inflação, que deve encerrar o ano abaixo das previsões iniciais

Por Com informações do G1

O reajuste do salário mínimo deve ficar menor do que o previsto em 2026. O governo reduziu a projeção do valor para o ano que vem de R$ 1.631 para R$ 1.627. A nova estimativa está relacionada ao comportamento da inflação — um dos componentes da fórmula de reajuste do piso salarial —, que deve encerrar o ano abaixo das previsões iniciais.

A nova projeção consta em documentos enviados ao Congresso pelo Ministério do Planejamento para embasar a análise da proposta de Orçamento do próximo ano.

A prévia da inflação, medida pelo IPCA-15, registrou alta de 0,20% em novembro, após avanço de 0,18% em outubro. No acumulado de 12 meses, o índice atingiu 4,5% pela primeira vez desde janeiro, ficando dentro do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3,0%, com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

No entanto, a inflação considerada para o cálculo do piso salarial é a medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que tem divulgação prevista para o próximo dia 10. Só após, o valor do salário mínimo será definido.

Se confirmada, a atualização do salário mínimo em 2026 deverá ser de cerca de 7,2% em relação ao piso atual, de R$ 1.518.

Regra de reajuste

Um dos pressupostos da regra é ajustar o mínimo conforme o índice INPC de 12 meses até novembro do ano anterior (nesse caso, 2025). Além disso, há um aumento real com base no Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes (2024), mas limitado à taxa de atualização prevista para o teto de gastos do novo arcabouço fiscal. Ou seja, não pode ultrapassar 2,5%.

Cortes no Orçamento

O salário mínimo é base de uma série de pagamentos, como aposentadorias, pensões e o Benefício de Prestação Continuada. Por isso, o valor precisa constar nas propostas relacionadas ao Orçamento.

Ao enviar as novas projeções econômicas ao Congresso, o Ministério do Planejamento não solicitou, porém, a redução desses gastos. Segundo a pasta, um eventual corte vai depender dos parlamentares.

"De todo modo e tudo o mais constante, a projeção menor tem o efeito de reduzir os gastos com aposentadorias, pensões e outros benefícios. No entanto, a atualização da projeção depende de outros fatores, como a variação da base de beneficiários, cabendo ao Congresso avaliar a conveniência e oportunidade de alterar as estimativas dos gastos previdenciários e sociais durante a tramitação do PLOA [projeto de Orçamento]", informou ao G1.

Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/12/01/reajuste-do-salario-minimo-deve-ficar-menor-do-que-o-previsto-em-2026-entenda.ghtml

01.12.2025 - Não cabe responsabilização de cônjuge de sócio em execução trabalhista, diz TST

(www.conjur.com.br)

A 7ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho negou pedido de um ajudante geral para que fosse feita uma pesquisa em registro civil sobre eventual casamento ou união estável de um empreiteiro de Cotia (SP) que não pagou uma dívida trabalhista. O colegiado entendeu que a controvérsia diz respeito a disposições do Código de Processo Civil e do Código Civil, que vedam a responsabilização de cônjuge pelas dívidas do companheiro.

Conforme o processo, o ajudante foi contratado pelo empreiteiro para trabalhar na obra de um bufê local e obteve, na Justiça do Trabalho, o reconhecimento de vínculo de emprego e o pagamento das parcelas decorrentes.

Como as várias tentativas de receber os valores foram frustradas, ele pediu ao juízo de origem autorização para emissão um ofício à Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP) para verificar se o empregador era casado e, com isso, avaliar a inclusão do cônjuge na execução.

O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP), porém, indeferiu o pedido, por entender que a responsabilidade do cônjuge é restrita a dívidas assumidas em benefício da família e, portanto, não se aplica às obrigações trabalhistas do devedor. No caso, não houve prova de que a prestação de serviços tenha beneficiado o casal. O ajudante, então, tentou levar a discussão para o TST.

Questão infraconstitucional
O relator, ministro Alberto Balazeiro, destacou que, na fase de execução, o recurso de revista só é cabível quando há contrariedade direta à Constituição Federal. Contudo, a discussão se baseia em normas infraconstitucionais: o Código de Processo Civil e o Código Civil.

Segundo os dois diplomas legais, cônjuges de sócios não estão entre as pessoas que podem ser incluídas na execução. Isso só é cabível quando as obrigações contraídas pelo marido ou pela mulher visem atender “aos encargos da família, às despesas de administração e às decorrentes de imposição legal”. A decisão foi unânime. Com informações da assessoria de imprensa do TST.

Clique aqui para ler o acórdão
Processo 1000426-13.2016.5.02.0241

Fonte: https://www.conjur.com.br/2025-dez-01/nao-cabe-responsabilizacao-de-conjuge-de-socio-em-execucao-trabalhista-diz-tst/

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