A expectativa é reunir cerca de 150 pessoas em um mutirão de limpeza e conscientização
Autor: Redação / Fonte: Assessoria

No próximo sábado (20 de setembro), São Paulo participa do Dia Mundial da Limpeza, a maior mobilização mundial que reúne milhões de pessoas em mais de 190 países. A ação, que ocorre simultaneamente em várias cidades do Brasil, tem como objetivo erradicar o descarte inadequado de resíduos, conscientizar a população sobre a importância da destinação correta do lixo e promover o cuidado com o meio ambiente.
Na capital paulista, a Praça da República foi escolhida como ponto central da mobilização. A expectativa é reunir cerca de 150 pessoas em um mutirão de limpeza e conscientização, com meta de recolher aproximadamente uma tonelada de resíduos sólidos. Os materiais coletados serão destinados de forma adequada com apoio da Secretaria Executiva de Limpeza Urbana (Selimp).
A programação contará com a presença de autoridades e representantes de diferentes setores. A primeira-dama da cidade de São Paulo, Regina Nunes, madrinha do Dia Mundial da Limpeza, Renato Naline, da Secretaria Executiva de Mudanças Climáticas (Seclima), e Osmário Ferreira, da Secretaria Executiva de Limpeza Urbana (Selimp).
Durante o mutirão, os participantes serão divididos em grupos e equipados com EPIs (Equipamentos de Proteção Individual). As equipes estarão nas ruas e áreas adjacentes à praça, enquanto crianças e famílias poderão participar de atividades de educação ambiental no espaço. A iniciativa também convida o público a levar suas embalagens plásticas no dia do evento para reciclagem.
A programação ainda inclui um concurso de fotografia, promovido pelo Limpa Brasil. Os voluntários poderão registrar os principais momentos da ação e enviar no site do concurso para concorrer. As imagens serão selecionadas e poderão integrar exposição especial durante a COP30.
O evento tem o apoio de parceiros locais e nacionais, incluindo a Prefeitura de São Paulo, Virada Sustentável, Associação Brasileira dos Coreanos, Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de São Paulo (Crea-SP), Senai, Instituto Rua, KKL Brasil, Projeto Limpeza na Represa, Meninos da Billings, Movimento Nacional ODS São Paulo e Rotary Club Paraíso. Também será realizada uma ação especial da ABRALIMP (Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional), que promoverá a lavagem da praça, incluindo a limpeza de monumentos e ícones do local.
O Dia Mundial da Limpeza faz parte da mobilização global Let’s Do It, sendo liderado no Brasil pelo Instituto Limpa Brasil. A ação conta com a mobilização nacional de instituições, como Abralimp, Beach Park, Grupo Com Attitude, Decathlon, Earthday South America e o Movimento Nacional Eu Sou Catador (MESC). A iniciativa também tem como parceiros o Alegria Hub Criativo e a TV Tribuna, além do apoio da Kasznar Leonardos. Patrocínio nacional da Philip Morris Brasil, Solar Coca-Cola, e patrocínio da Transpetro.
Como Participar: Junte-se ao Mutirão
Cada gesto de cuidado com o meio ambiente é um ato de carinho com a nossa casa comum. Você pode participar como voluntário ou organizar um mutirão em sua comunidade. Acesse limpabrasil.org, escolha a ação mais próxima de você ou cadastre a sua. Serão instalados ecopontos temporários e permanentes, haverá distribuição de materiais, ações educativas e mutirões em praças, praias, escolas, rios e florestas urbanas. Empresas, cooperativas e prefeituras estão se unindo a essa grande rede pelo planeta.
Serviço
Evento: Dia Mundial da Limpeza – Ação Praça da República
Data: Sábado, 20 de setembro de 2025
Horário: Das 9h às 13h
Local: Praça da República, São Paulo – SP
Ponto de encontro: Coreto central da Praça
Cronograma:
9h – Recepção e registro de presença
09h30 – Abertura oficial
09h45 – Orientação e distribuição dos grupos
10h – Início do mutirão de limpeza nas ruas paralelas à Praça
12h15 – Concentração e pesagem dos resíduos
12h30 – Registro fotográfico e encerramento das atividades
13h – Encerramento oficial
Controle de acesso profissional e portaria para empresas superam custos internos; especialistas apontam economia e segurança reforçada.
STRENGER COREGE

A adoção de portaria terceirizada tem crescido de forma acelerada em 2025 entre empresas e condomínios no Brasil como resposta à necessidade de elevar a segurança e reduzir custos operacionais. Relatórios do setor revelam que, só no primeiro semestre, houve aumento entre 20% e 25% na contratação de serviços de portaria para empresas.
O crescimento não está ligado apenas às economias diretas, mas também a melhorias nos processos de controle de acesso em condomínios e empresas, segundo entidades da segurança privada. Empresas que migraram para o modelo terceirizado reportam maior agilidade na gestão de portarias de condomínio, digitalização de processos e integração de sistemas de alarmes, CFTV e biometria.
“Para uma empresa média, optar pela portaria terceirizada significa não só cortar custos fixos com salários e encargos, mas também ter especialistas gerindo o controle de acesso, políticas de segurança robustas e desempenho contínuo”, afirma Renan Rodrigues, CEO da Empresa de Portaria em Alphaville – Murin Sects. “Você reduz falhas operacionais, melhora a segurança para condomínios e empresas, e transforma a portaria num investimento, não num gasto.”
Entre os dados mais significativos, consta que empresas que adotaram portaria terceirizada em lugar de manter equipe interna conseguiram reduzir seus custos operacionais em até 30% em 2025. Além disso, condomínios de grande porte relataram economias equivalentes ao mesmo patamar, graças à terceirização dos serviços de portaria e limpeza.
Legislação recente também está favorecendo o setor, com normativas que regulamentam com mais clareza a atuação de empresas de segurança privada no Brasil, inclusive exigindo credenciamento, capacitação de vigilantes e padrões mínimos de controle de acesso eletrônico. Tais medidas têm trazido mais confiança aos contratantes corporativos, que demandam transparência e responsabilidade jurídica.
Gestores de empresas avaliadas consideram critérios como reputação do prestador, certificações, treinamento de pessoal, uso de tecnologia e monitoramento contínuo para garantir que a portaria para empresas e segurança terceirizada realmente ofereçam retorno e não só custo aparente. A qualidade do controle de acesso em condomínios também aparece como exigência cada vez maior de moradores para autorizar contratos robustos de portaria de condomínio.
Em paralelo, especialistas alertam que nem toda terceirização é igual: contratos mal formulados, ausência de auditorias ou tecnologia defasada podem gerar brechas de segurança. A adoção de indicadores de desempenho e revisões regulares são apontadas como práticas essenciais para manter a eficiência do serviço.
O modelo de portaria terceirizada desponta em 2025 como alternativa pragmática para melhorar segurança para empresas, otimizar controle de acesso em condomínios, e garantir benefícios econômicos substanciais. Para gestores que buscam reduzir riscos e custos fixos sem abrir mão de proteção, contratar portaria terceirizada parece deixar de ser opção e tornar-se estratégia.
De acordo com dados do Ministério da Previdência Social, em 2024 foram concedidas 472.328 licenças médicas por transtornos mentais.
Da Redação
Zelar pela saúde mental no ambiente de trabalho é, também, promover uma maior qualidade nos serviços prestados. De acordo com dados do Ministério da Previdência Social, em 2024, foram concedidas 472.328 licenças médicas devido a questões relacionadas à saúde mental, esse número representa um aumento de 68% em comparação com 2023, quando foram registradas 283.471 licenças.
O alerta se intensifica em setembro, com a Campanha Setembro Amarelo, que tem como objetivo alertar para transtornos mentais e prevenir o suicídio.
Recentemente, a NR-1, mecanismo para auxiliar empresas e empregadores com orientações para a promoção da saúde, sofreu alterações importantes e passou a incorporar a temática dos riscos psicossociais, conforme a portaria 1.419, de 27/8/24.
As diretrizes, integradas à NR-1, buscam promover ações preventivas, como pausas adequadas, escuta ativa dos colaboradores, políticas claras contra assédio e sobrecarga, além de oferecer suporte psicológico e programas de bem-estar sempre que possível.
"A NR-1 determina que as empresas identifiquem, avaliem e controlem todos os riscos ocupacionais, incluindo os psicossociais, que envolvem fatores como excesso de cobrança, assédios e jornadas exaustivas. Esses riscos devem ser considerados na proteção da saúde e segurança dos trabalhadores, exigindo medidas preventivas e corretivas", explica Maiara Heni, especialista em direito trabalhista e advogada no escritório Martorelli Advogados.

A advogada também destaca como as firmas devem incorporar os riscos psicossociais no PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos, estabelecido pela NR-1. "No PGR, os riscos psicossociais devem ser identificados junto aos demais riscos do ambiente de trabalho, com base na realidade de cada local, e incorporados ao inventário de riscos".
"A empresa precisa avaliar situações que possam causar estresse, ansiedade ou esgotamento e propor medidas para prevenir esses impactos, com acompanhamento contínuo. A organização deve avaliar fatores como clima organizacional, carga de trabalho e relações interpessoais, implementando ações práticas para mitigar impactos à saúde mental", continua.
Cuidar da saúde mental no trabalho é tão importante quanto prevenir acidentes físicos. "Empresas e trabalhadores devem caminhar juntos para criar um ambiente mais humano, acolhedor e seguro, onde o bem-estar emocional seja prioridade e o diálogo, uma prática constante", afirma Maiara Heni.
"Organizações que cuidam da saúde mental de seus colaboradores reduzem afastamentos, aumentam a produtividade e fortalecem sua cultura organizacional. Investir na capacitação de líderes e na melhoria do clima organizacional é essencial para prevenir o adoecimento mental", conclui.
19.09.2025 - Reforma Tributária: Inclusão do IBS e CBS no ICMS gera debate sobre aumento disfarçado de impostos
Projeto de Lei Complementar nº 16/2025 busca preservar a integridade da reforma

A recente reforma tributária, por meio da Emenda Constitucional nº 132/2023 e da Lei Complementar nº 214/2025, marca um passo importante na simplificação do sistema tributário brasileiro. A substituição de diversos tributos sobre consumo — ICMS, ISS, IPI, PIS e Cofins — pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) promete maior transparência, simplicidade e neutralidade.
No entanto, o período de transição, previsto entre 2026 e 2032, já trouxe à tona uma questão controversa: a inclusão do IBS e da CBS na base de cálculo do ICMS, ISS e IPI. Tal prática representaria, de fato, um aumento disfarçado da carga tributária, em clara incompatibilidade com os princípios que inspiraram a reforma: simplicidade, transparência e neutralidade.
Defensores da inclusão, como Comsefaz e FNP, alegam que a medida garantiria a neutralidade da arrecadação durante a transição, evitando perdas significativas de receita para estados e municípios. Argumentam ainda que o próprio ICMS já incorpora outros tributos em sua base e que, em operações de importação, a legislação prevê a inclusão de tributos na base do ICMS.
Apesar desses argumentos, a medida compromete a coerência da reforma. O Projeto de Lei Complementar nº 16/2025, que proíbe a inclusão, surge como decisão necessária para preservar a integridade conceitual e técnica do novo modelo tributário. A arrecadação dos entes federativos deve ser garantida por mecanismos transparentes de compensação, e não por soluções que fragilizam os objetivos centrais da reforma.
Garantir clareza legislativa, segurança jurídica e previsibilidade técnica é essencial para que a transição ao IBS e à CBS seja bem-sucedida, sem retrocessos que aumentem a carga tributária de forma disfarçada. Além disso, é fundamental que a sociedade acompanhe de perto esse debate, compreendendo os impactos de cada decisão sobre empresas, consumidores e a própria economia nacional.
A reforma tributária não é apenas uma questão técnica: envolve justiça fiscal, competitividade e confiança no Estado. Garantir que a transição para o IBS e a CBS ocorra de forma coerente e transparente é um passo decisivo para construir um sistema tributário mais moderno, eficiente e previsível para todos os brasileiros.
Em última análise, o sucesso da reforma tributária dependerá da capacidade do Brasil de equilibrar arrecadação, simplicidade e justiça fiscal. Proteger a coerência do IBS e da CBS, evitando medidas que disfarçam aumentos de tributos, é fundamental para consolidar um sistema mais transparente, previsível e confiável. Somente assim será possível transformar a promessa de modernização tributária em realidade concreta, beneficiando empresas, consumidores e a economia como um todo.
Publicado por Jéssica Torres